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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

DIA DAS CRIANÇAS!!


Brinque e ao mesmo tempo, fale sobre os alimentos com as suas crianças!

Sugestão: Enquanto faz a palavra cruzada, fale sobre os alimentos saudáveis e os não saudáveis. Fale sobre as comidinhas saudáveis e gostosas. Estimule o consumo de frutas, verduras, legumes, carnes, etc. Evite, ao máximo, o consumo de alimentos industrializados.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

DIA DAS CRIANÇAS!!


Estimule o consumo de frutas, pelas suas crianças!!!!!

O contato com as frutas não deve ser só experimentando. A criança deve pegar a fruta inteira, cortada, ver a cor, sentir o cheiro, apalpar e sentir a textura. Devemos comer a fruta junto com ela. Se na primeira tentativa não der certo, tente por mais várias vezes.

O estímulo e o exemplo, colaboram para a formação de bons hábitos alimentares.

 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

OVO

VOCÊ GOSTA DE OVO?

Parabéns! Você consome um ótimo alimento!


Saiba mais!

O ovo pode ser estudado segundo seus principais componentes.

CASCA: composta por carbonato de cálcio, possui pequenos poros para troca de gases, cobertos por uma cutícula de cera, que impede a perda de água e a entrada de microorganismos. A coloração branca ou avermelhada depende da raça e da linhagem da ave, e é errôneo atribuir maior valor nutritivo ao ovo de acordo com a cor da casca. No momento da utilização, o ovo deve ser lavado. Antes, nunca. Deve ser apenas refrigerado e dentro da geladeira, não na porta.


CLARA: composta por uma espessa mistura de proteínas e água; situada ao redor da gema, tem a finalidade de mantê-la centralizada. As proteínas constituintes da clara são: ovalbumina, conoalbumina, ovomucóide, lizozima, ovomucina, avidina, ovoglobulina e outras.

GEMA: dispersão de fosfo e lipoproteínas em uma solução de proteínas globulares. Contém carotenóides. Os lipídeos incluem gorduras simples, fosfolipídeos (lecitinas e esteróis) numa emulsão de óleo em água. Algumas lecitinas, juntamente com as lipoproteínas são responsáveis pelo efeito emulsificante da gema.

VALOR NUTRITIVO: Os ovos são fontes de proteínas, vitaminas A, D e vitaminas do complexo B. A gema é composta em média de 34% de gorduras, 16% de proteína e 50% de água. Cerca de 5% da gordura é colesterol, por isso recomenda-se o consumo de 2 a 3 ovos por semana. A clara é composta por 10% de proteína, quantidades mínimas de gordura e 90% de água. A quantidade de minerais (principalmente o ferro) presentes nos ovos depende da alimentação da ave; a cor da gema varia devido à presença de carotenóides (xantofilas).


MAS, COMO VOCÊ CONSOME ESTE OVO?

Se consome frito, não agregue muita gordura (óleo, manteiga, margarina nem pensar), pois estará aumentando o valor calórico, desnecessariamente. Eu consumo ovos fritos em pouquíssimo azeite, só mesmo para besuntar uma frigideira que já é antiaderente.
Se consome cozido, em omeletes e em preparações culinárias, é melhor.

IMPORTANTE: Nunca consumir ovos crus ou mal cozidos e muito menos preparações culinárias que contenham ovos crus ou mal cozidos, como exemplo da maionese caseira. 
O ovo cru pode conter uma bactéria chamada Salmonela, que pode causar uma séria intoxicação alimentar. Portanto evite. 



O importante é ter como hábito consumir de 2 a 3 ovos por semana. 

Caso tenha alguma restrição, um Profissional Nutricionista, poderá lhe orientar adequadamente.

COMO VOCÊ RECONHECE SE UM OVO É VELHO OU NOVO?



Fonte: "Nutrição e Técnica Dietética" - Sonia Tucunduva Philipi - Editora Manole/2003

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CENOURA

FIQUE INFORMADO:

Cenoura (Daucus carota): legume originário da região do Mediterrâneo e sudoeste da Ásia, é uma raiz comestível, de formato alongado e sabor levemente adocicado, com alto teor de BETACAROTENO. As cenouras podem ser de três variedades: Nantes, com ponta arredondada, pele lisa e coloração laranja escura; Brasília, com formato cônico, ponta pouco fechada, pele pouco lisa e coloração laranja avermelhada. Existe ainda a cenoura baby, geralmente comercializada congelada ou enlatada. A cenoura é consumida crua ou cozida, no preparo de receitas doces e salgadas.

BETACAROTENO: Nome dado a Pró-Vitamina A. A cenoura, juntamente com os demais vegetais de cor amarela e laranja (batata doce amarela, milho, manga, mamão, abóbora, etc), são fontes alimentares da pró-vitamina A.



VITAMINA A: é indispensável para saúde da visão, no processo de prevenção de infecções, para o crescimento, funções endócrinas, saúde da pele, desenvolvimento dos dentes e na reprodução humana.

Não deixe de consumir este precioso alimento.

Silvania C. C. Sergent
CRN3 - 20.185
Nutricionista
Especialização em Nutrição Clínica
Blog: http://silvaniasergent.blogspot.com/
Facebook: http://facebook.com/nutricionistasilvaniac.c.sergent

quinta-feira, 3 de julho de 2014

AGRIÃO

HISTÓRICO: Verdura originária do Chile, pertencente à família dos brócolis, da couve, da mostarda, do nabo e do repolho. Planta semi-aquática, é cultivada em terrenos úmidos ou em água corrente. Conhecido também como agrião-d`água, agrião-aquático e agrião do rio, tem folhas pequenas, arredondadas, de coloração verde-escuro e levemente arroxeada. Por ser uma verdura muito sensível, exige rápido consumo após sua aquisição. Normalmente, é consumido cru, na forma de salada.


BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE E INFORMAÇÃO NUTRICIONAL: O agrião combina cloro, fósforo e enxofre, minerais formadores de ácido, para construir paredes intestinais mais saudáveis e melhorar o metabolismo do fígado. Os aminoácidos/proteínas do agrião (2,8 mg/100 g) promovem o crescimento saudável do cabelo e ajudam a evitar a sua queda. Favorece a circulação e oxigenação do sangue, pelo elevado teor de clorofila, e como ele acelera o metabolismo da gordura em energia, contribui para perda de peso. Além de baixo valor calórico, o agrião também é rico em vitaminas A, B9, B7, B5, B1 e também uma grande quantidade de vitamina C. Em relação aos minerais, ele contém quantidades substanciais de potássio, cálcio, ferro e iodo. O iodo desempenha importante papel no funcionamento da tireoide.

EVITE O DESPERDÍCIO: Por ser uma verdura muito sensível, exige rápido consumo após sua aquisição, como disse anteriormente. E sendo assim, necessita de planejamento na hora da compra (quantidade, tempo de utilização, acondicionamento adequado). Para evitar desperdício também, utilize as partes normalmente não utilizadas como os talos. Eles possuem tanto ou mais nutrientes em relação às folhas. Os talos podem ser utilizados nas saladas ou também como tempero em preparações diversas, no arroz, em sopas, omeletes, sucos, refogados como couve, bolinhos, farofas, etc.

Silvania C. Camilo
Nutricionista Clínica
Blog: http://silvaniasergent.blogspot.com/
Facebook: http://facebook.com/nutricionistasilvaniac.c.sergent
Instagram: @nutricozinheirasilvaniacamilo

quinta-feira, 13 de março de 2014

Pais com filhos alérgicos fazem campanha para pedir informação nos rótulos

ASSUNTO MUITO SÉRIO QUE DEVE SER DIVULGADO.

Faça sua parte!

Pais com filhos alérgicos fazem campanha para pedir informação nos rótulos

Fonte: Folha de S.Paulo


Imagina você ter um filho com alergia alimentar e não saber se aquele produto que você acaba de comprar no supermercado vai levar seu filho ao hospital após consumi-lo. Parece exagero, mas muitos pais enfrentam uma batalha por conta da falta de informação nos rótulos das embalagens. Para tentar mudar essa realidade, eles têm feito uma campanha na internet chamada ‘Põe no Rótulo’. A ideia é que seja obrigatória a rotulagem correta dos alimentos e de produtos de higiene com informações claras e com letras em tamanho legível.
O movimento #poenorotulo foi criado por um pequeno grupo que se conheceu na internet. São mais de 600 famílias que trocam informações sobre produtos ‘do bem’ e que tentam chamar a atenção sobre a necessidade da rotulagem correta, principalmente, em alimentos alérgenos, como leite, soja, ovo, peixe, crustáceos, amendoim, entre outros. Para uma das idealizadoras da campanha, a advogada Maria Cecilia Cury Chaddad, não importa se será criado um projeto de lei, uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ou se a iniciativa vai partir das próprias indústrias.
A advogada explica que o alérgico alimentar corre risco de morte dependendo do seu grau de sensibilidade, com risco de choque anafilático e fechamento de glote, entre outras reações graves. No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos possuem alergia alimentar. “A alergia não é entendida e aceita. Muitos acham que é frescura, exagero e que só um ‘pouquinho não fará mal’. Mas, para um alérgico, não importa se é uma migalha ou uma porção, o resultado pode ser catastrófico”, comenta Maria Cecilia, que criou no final de fevereiro a página da campanha no Facebook e que já tem mais de 13 mil curtidas.  Na rede social, pais publicam fotos dos filhos com o cartaz #poenorotulo
Ela, que é mãe de Rafael, 2, que tem alergia a leite e soja, defendeu sua tese de doutorado sobre a presença de alérgenos em alimentos. “Há alimentos que podem ser veneno para algumas pessoas”, diz. Ela afirma que além de aprender a ler rótulos, os pais são obrigados a buscar frequentemente informações com os serviços de atendimento ao consumidor e que nem sempre passam informações corretas.
“Muitas vezes, os SACs [Serviço de Atendimento ao Consumidor] confundem, por exemplo, lactose (açúcar do leite) com proteína do leite. Tão grave quanto, há SACs que direcionam o consumidor a procurarem seus próprios médicos para questionar a segurança do produto, como se eles tivessem acesso a tais informações”, lamenta.
Se engana quem pensa que as restrições e falta de informações no rótulo estão apenas nos alimentos. A autônoma Karina Campo, 36, descobriu que remédios e até o lencinho umedecido usado no filho Lucca, 3, davam alergia no menino. “Fomos em um hospital pois ele teve reação ao antibiótico que estava tomando e, no pronto-socorro, usaram um lenço umedecido que tinha leite em sua composição”, comenta. O menino tem reação rápida e precisa ser medicado.  “Quando ele tomou o antibiótico, ficou roxo em casa e precisou tomar oxigênio além de tomar na veia uma antialérgico”.
Por conta da alergia à proteína da vaca, Karina conta que a família mudou todos os hábitos alimentares e a filha mais velha, Pietra, 7, come bolacha recheada, por exemplo, só fora de casa.  Karina optou em não colocar ainda o menino na escola justamente por conta das restrições alimentares e por ele ter uma reação muito rápida. Lucca é amamentado pela mãe e, por isso, ela também tem uma alimentação restrita sem poder consumir os produtos que dão reação no menino. Segundo os médicos, tudo é passado pelo leite materno e as mães precisam ficar atentas com a sua dieta.
Maria Cecilia diz que se alimentar passa a ser uma dificuldade, mesmo com comida do nosso dia a dia. “Há uma marca de arroz, por exemplo, que contém ovo. Como ficam os alérgicos a ovo? Muitos nem sabem disso e acham que estão ‘seguros’ por comer em casa”, comenta.
Estudos de 2009 da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas mostraram que 39,5% reações alérgicas foram relacionadas a erros na leitura de rótulos dos produtos.
Para o grupo de pais do ‘Põe no Rótulo’, os portadores de restrição alimentar poderiam ter mais qualidade de vida se tivessem a informação correta. A alergia alimentar, desde que feita uma dieta correta, possui grandes chances de regredir.
A Anvisa diz que há uma discussão sobre a obrigatoriedade de se prestar informações sobre alergênicos nos rótulos. A proposta, entretanto, depende de consenso entre os países membros do Mercosul. O tema vai para o quarto ano de discussão, segundo a agência. Nos EUA, por exemplo, as indústrias são obrigadas a prestar esse tipo de informação desde 2006, na União Européia, Austrália e Nova Zelândia, desde 2003, e no Canadá, desde 2011. (Giovana Balogh)
Fonte:  http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/pais-com-filhos-alergicos-fazem-campanha-para-pedir-informaco-nos-rotulos

Fruta de menos

IMAGEM DE DESTAQUE Teste com 31 amostras de néctar identifica que 10 delas não têm a quantidade mínima de polpa ou suco de fruta exigida por lei. Além disso, a maioria das bebidas contém doses exageradas de açúcar

"Beba sem moderação"; "é fruta de verdade". Com frases desse tipo, os fabricantes de bebidas à base de frutas aliam seus produtos à ideia de que são saudáveis e, ao mesmo tempo, práticos: é só abrir a caixinha e beber. A sugestão parece ter dado certo, pois a oferta desses alimentos não para de crescer: segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), em 2012 a produção de sucos e néctares (o nome oficial das bebidas que, informalmente, chamamos de "suco de caixinha") chegou a 987 milhões de litros e cresce 10% ao ano.

Mas você já parou para pensar o quão verdadeiras são essas promessas? Para desvendar essa questão, o Idec testou em laboratório 31 amostras de néctares de sete marcas: Activia, Camp, Dafruta, Dell Vale, Fruthos, Maguary e Sufresh, em diferentes sabores. O objetivo era verificar se os produtos cumprem os principais requisitos de qualidade e de identidade previstos na Instrução Normativa (IN) n° 12/2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), analisando itens como o teor de fruta e a quantidade de açúcar, por exemplo. Veja mais detalhes da metodologia no quadro abaixo.

Todas as amostras foram aprovadas na maioria dos quesitos técnicos, como acidez total. Porém, no que diz respeito à quantidade de fruta, 10 produtos (32%) foram reprovados: eles simplesmente não contêm o teor de polpa ou suco de fruta exigido por lei. Segundo a norma atualmente em vigor, o percentual mínimo de fruta varia de 20% a 40%, dependendo do sabor do néctar.

A Maguary teve o pior resultado: três dos cinco néctares da marca avaliados têm uma quantidade menor de fruta do que o esperado. As marcas Camp, Dafruta, Fruthos e Sufresh tiveram, cada uma, dois sabores reprovados nesse quesito. Somente as bebidas da Activia e da Dell Vale foram aprovadas em todos os sabores.

Para Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec, o resultado do teste é grave, tanto pelo alto índice de descumprimento da legislação, quanto pelo fato de que muitos consumidores acham que néctar é a mesma coisa que suco. Na verdade, para ser chamada de "suco", a bebida deve ser composta praticamente só de fruta (e de água, em alguns casos) e não pode conter substâncias "estranhas"; já o néctar, além de apresentar só uma parcela de fruta, ainda contém açúcar e aditivos químicos, como corantes e antioxidantes. "Essa confusão [entre néctar e suco] é reforçada pelo uso ostensivo de imagens de frutas nas embalagens dos néctares, passando a falsa impressão de que a bebida é natural", destaca Ana Paula.


COMO FOI FEITO O TESTE

O Idec enviou para análise em laboratório 31 amostras de néctar de sete marcas: Activia, Camp, Dafruta, Dell Vale, Fruthos, Maguary e Sufresh.
As bebidas foram avaliadas de acordo com os principais parâmetros de identidade e de qualidade geral estabelecidos pela Instrução Normativa nº 12/2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), entre eles quantidade de fruta e de açúcar, acidez e outros aspectos técnicos. O teste envolveu a análise de mais de 20 parâmetros e, individualmente, cada uma das análises é certificada e segue metodologia reconhecida.
O intervalo de confiança do teor de fruta identificado é de 95% e a margem de erro é de 20%, para mais ou para menos, já levada em conta na avaliação que aprovou e reprovou as amostras.
Além disso, o Idec checou se a rotulagem geral e as informações nutricionais obrigatórias e complementares estavam indicadas adequadamente na embalagem, de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O teste foi realizado com o apoio do Fundo Federal de Direitos Difusos (FDD).
Fonte:  http://www.idec.org.br/em-acao/revista/falta-fruta-na-caixinha/materia/fruta-de-menos

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

UTILIDADE PÚBLICA

ENCHENTES: População precisa ter cuidado com alimentos que tiveram contato com as chuvas


LOC/REPÓRTER: Depois de uma enchente é preciso tomar cuidado com os alimentos que tiveram contato com as chuvas. Isso porque a água pode estar contaminada e transmitir doenças como hepatite A, leptospirose, além de infecções que podem provocar vômitos e febre. O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, explica que as enchentes podem contaminar até os alimentos enlatados ou embalados em plástico.
TEC/SONORA: diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde - Cláudio Maierovitch
"É comum que populações necessitadas recolham alimentos que foram desprezados pelos comerciantes. Isso não deve ser feito. Esses alimentos podem ter sofrido contaminação importante porque em geral a água das chuvas vem misturada com água de esgoto, com água suja de várias origens, podendo transmitir diversas doenças. Então, mesmo alimentos embalados, mas que tenham sofrido o efeito das enchentes, não devem ser consumidos".
LOC/REPÓRTER: O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis Cláudio Maierovitch explicou ainda que as vítimas de enchentes precisam conferir se as embalagens de plástico dos alimentos estão lacradas e sem furos. Caso estejam danificadas, precisam ser descartadas. Os produtos enlatados com furos ou enferrujados também devem ser desprezados . Segundo Cláudio Maierovitch, somente os alimentos que estiverem em embalagens intactas podem servir para o consumo. Mesmo assim, ele alerta que os produtos precisam passar por um processo de higienização antes de ir para a mesa. 
TEC/SONORA: diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde - Cláudio Maierovitch
"O ideal é fazer primeiro a lavagem utilizando detergente, inclusive, e depois a descontaminação com uma solução de um litro de água tratada com uma colher de sopa de água sanitária. Deixe de molho por pelo menos 30 minutos para que esse desinfetante possa agir eliminando a contaminação da superfície desta embalagem".
LOC/REPÓRTER: Ainda de acordo com o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis Cláudio Maierovitch, os alimentos gelados e congelados, precisam de uma atenção especial, principalmente as carnes. Se esses alimentos tiverem tido contato com a água das enchentes devem ser desprezados. No caso das chuvas terem provocado falta de energia elétrica ou defeito na geladeira ou no congelador, o ideal é preparar os alimentos para consumir imediatamente . Se não for possível, devem ser desprezados. 
Reportagem, Débora Rocha
Fonte: Ministério da Saúde

domingo, 17 de novembro de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

OVOS

 Conheça os benefícios do consumo de ovos para a saúde. Prefira-os cozidos ou pochê.


Silvania C. C. Sergent
Nutricionista
Especialização em Nutrição Clínica


 

sábado, 15 de junho de 2013

ANVISA


ÁREA DE ALIMENTOS

Na área de alimentos, a Anvisa coordena, supervisiona e controla as atividades de registro, informações, inspeção, controle de riscos e estabelecimento de normas e padrões. O objetivo é garantir as ações de vigilância sanitária de alimentos, bebidas, águas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia, limites de contaminantes e resíduos de medicamentos veterinários. Essa atuação é compartilhada com outros ministérios, como o da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e com os estados e municípios, que integram o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
 
 

terça-feira, 21 de maio de 2013

SAL


DIMINUA O CONSUMO DE SÓDIO
O sal é um dos maiores vilões da alimentação, uma vez que seu consumo excessivo está relacionado ao desenvolvimento de doenças crônicas, como a hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, desenvolvimento de osteoporose, câncer gástrico, mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e sobrecarga renal, além de provocar a retenção líquida nos mantendo mais inchados.
O Brasil está entre os maiores consumidores mundiais de sal. Um estudo sobre o consumo de sal por brasileiros indica que a quantidade de sódio disponível para consumo nos domicílios brasileiros excede a ingestão máxima recomendada. Este dado foi observado em todas as regiões do Brasil em todas as classes de renda. O consumo médio brasileiro de sal é de 12 a 16g/dia, enquanto a quantidade máxima de sódio recomendada pela OMS é de 2 a 5 g de sal) por pessoa, por dia.
Devemos lembrar que o sódio não é encontrado somente no sal. Alimentos industrializados como os  embutidos, temperos prontos, sopas industrializadas, enlatados contém grandes quantidades.
Manter o sal fora do seu prato e da sua mesa ou diminuir suas quantidades nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. Os condimentos e especiarias naturais são excelentes opções para substituição do sal. Realçam o sabor, aroma e aparência dos alimentos, melhoram a digestão e são fontes de vitaminas, minerais e nutrientes antioxidantes.



Veja alguns temperos que irão ajudá-lo a se manter longe do sal.

Comida gostosa é comida bem temperada e não salgada.
- Alho e cebola: temperos básicos para todos os pratos.
- Alecrim: erva aromática, combina com legumes, sopas, arroz e omeletes, perfumando o prato e a cozinha.
- Açafrão/Cúrcuma: além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido.
- Gengibre: com sabor adocicado e picante, pode ser utilizado em pratos doces e salgados, além de poder ser adicionado a sucos.
- Louro: muito utilizado em sopas e feijão.
- Manjericão: utilizado em diversos pratos, dá um toque especial em molhos de tomate, tortas e saladas.
- Orégano: dá um toque especial a molhos, omeletes, saladas e pratos que contenham tomates.
- Pimentas: usada para condimentar vários pratos quentes no Brasil e no México.
- Salsa: desidratada ou fresca, confere aos pratos um sabor leve e agradável.

Abuse desses e outros condimentos naturais e leve mais sabor e saúde ao seu prato!


ÁGUA




IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA NOSSA SAÚDE
Pode-se dizer que sem a água não há vida, pois ela é o principal componente do organismo (cerca de 70% do peso de um adulto).
O quantidade de água no corpo varia entre as pessoas, dependendo da quantidade de músculos e tecido adiposo.
Dentre as várias funções, a água é responsável pela manutenção do equilíbrio do organismo, da temperatura do corpo, é responsável pelo processo de digestão dos alimentos, absorção dos nutrientes, excreção das fezes, bom funcionamento renal e atividade intestinal. E também, combate o inchaço, desintoxica o organismo, auxilia na perda de peso e acima de tudo, hidrata por dentro e por fora.
A perda de água se realiza, normalmente, através da urina, da pele (suor), das fezes e dos pulmões. E também ocorrem outras formas de perda hídrica em situações especiais como, diarréias, vômitos, hemorragias, transpiração intensa, provocando o desequilíbrio hídrico. Nesses casos o consumo deve ser além de 2 litros por dia. Sendo assim, é imprescindível que haja a reposição diária.
As necessidades de água de um indivíduo em condições saudáveis dependem de vários fatores, principalmente do clima e da atividade física.
A recomendação de ingestão de água para um indivíduo adulto e em condições saudáveis são de, no mínimo 2 litros por dia.
Gestantes e mulheres em fase de amamentação, o consumo deve ser em torno de 3 litros por dia.     

Silvania Sergent
Nutricionista                                                                                      

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AGROTÓXICOS E ALIMENTOS

A CONTAMINAÇÃO DA ÉTICA
Coluna publicada no Globo – Economia Verde - 04/04/2013 – p. 32
Agostinho Vieira

O Brasil caminha a passos largos para conquistar o hexacampeonato. Seria bom que fosse o do futebol, em 2014. Mas não é. Não ainda. Pelo sexto ano seguido (2008/2013) devemos ser os campeões mundiais no consumo de agrotóxicos. Cerca de 20% de todos os inseticidas, fungicidas, herbicidas, nematicidas, acaricidas, formicidas e outros defensivos agrícolas produzidos no planeta são aplicados aqui.

Estão registrados no mercado brasileiro mais de 400 ingredientes ativos que, combinados, se transformam em quase 2.500 fórmulas de agrotóxicos largamente utilizados nas nossas lavouras. Das 50 substâncias mais usadas, 24 já foram banidas nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e em alguns países da Ásia. Desde 2008, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reavalia a utilização de 14 desses insumos. Apenas dois já foram proibidos e um deverá sair do mercado no meio do ano. Os outros onze seguem sendo usados em todo o país sem qualquer restrição.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), são registradas, todos os anos, cerca de três milhões de intoxicações agudas por agrotóxicos, com 220 mil mortes. Aproximadamente 70% dos casos acontecem nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Mas o pior é que a própria OMS admite que para cada 50 quadros de intoxicação, apenas um é efetivamente notificado e contabilizado.
Para as lideranças do agronegócio, no entanto, o uso de defensivos em grande escala é o preço que temos que pagar para ter uma economia agrária pujante e uma balança comercial positiva. As safras recordes garantem os preços baixos, a inflação reduzida e os juros comportados. Temas recorrentes nas páginas de economia. Os agrotóxicos seriam um mal necessário. Única forma de garantir alimentos baratos.
Será? Fico imaginando um plebiscito para ouvir a população sobre o uso desses produtos. Com uma pergunta mais ou menos assim: “A população está crescendo e precisamos alimentá-la. Os agrotóxicos aumentam a produtividade agrícola, mas provocam algumas doenças e mortes. Você concorda com a sua adoção em larga escala no país?”. Durante a campanha do plebiscito seriam divulgadas pesquisas e estatísticas de mortes. Cinco mortos no campo e um na cidade é um número razoável? Se forem dez no campo e dois na cidade já seria inaceitável?
É claro que esse exercício é absurdo. E não existe nenhum número “aceitável” de mortes. Na prática, no entanto, é mais ou menos isso que acontece. Sem a consulta popular. Na verdade, a questão principal não é se devemos ou não usar agrotóxicos. Tema polêmico no mundo todo. A pergunta que não quer calar é: Por que ainda usamos produtos que já foram banidos no resto do mundo?
Realmente, essa é uma pergunta difícil de responder sem ficar vermelho de vergonha. Será que todos os países que proibiram a comercialização, incluindo os mais desenvolvidos do planeta, estavam errados? Só nós estamos certos? Teria essa gente alegre e bronzeada que vive por aqui menos chances de ser contaminada? É óbvio que não. Trata-se de uma mistura perversa de bagunça, burocracia, lobby eficiente da indústria e um forte interesse econômico.
Pode parecer ingenuidade, mas tenho curiosidade em saber se ao longo desses anos foi registrado algum conflito ético, moral ou mesmo um pouco de culpa. Imagine uma reunião semanal de diretoria de uma dessas grandes empresas químicas. Um dos participantes levanta o braço e diz: “Eu sei que os ambientalistas são uns chatos, reclamam de tudo, mas esse nosso produto já foi proibido em 50 países, será que a gente devia mesmo vender no Brasil?”
Não sei se a pergunta foi feita, mas a resposta é óbvia. Com a crise econômica na Europa e nos EUA, aumenta a oferta de produtos e caem os preços. Produtos proibidos lá ganham ares de oferta por aqui. E o que torna a história ainda mais escabrosa é que vários países baniram a venda, mas não impediram a produção. Ou seja, a fabricação de agrotóxicos gera empregos e divisas lá e contaminação aqui.
Na próxima terça-feira, dia 9 de abril, o gabinete da presidente Dilma Rousseff e as presidências da Câmara e do Senado vão receber um abaixo-assinado com milhares de nomes. A campanha, encabeçada por entidades de vários setores, pede a suspensão imediata da produção, venda e uso de substâncias que já estão proibidas em outros países. Não dá para saber se o volume de assinaturas se iguala ao dos movimentos “Fora Renan” e “Abaixo Feliciano”. Mas seria bom que não acabasse também numa das espaçosas gavetas de Brasília.
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/ecoverde/

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O que é arroz parboilizado?
Embrapa informa:
O que é arroz parboilizado? (Eu não sabia.)
A palavra parboilizado teve origem na adaptação do termo inglês parboiled, proveniente da aglutinação de partial + boiled, ou seja, "parcialmente fervido".
Não se trata de arroz parafinado, ou colado, como muitos pensam. O processo de parboilização baseia-se no tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, sem qualquer agente químico.
A parboilização é realizada através de três operações básicas:
1. Encharcamento: o arroz em casca é colocado em tanques com água quente por algumas horas. Neste processo, as vitaminas e sais minerais que se encontram na película e germe, penetram no grão à medida que este absorve a água.
2. Gelatinização: Processo Autoclave - o arroz úmido é submetido a uma temperatura mais elevada sob pressão de vapor, ocorrendo uma alteração na estrutura do amido. Nesta etapa, o grão fica mais compacto e as vitaminas e sais minerais são fixados em seu interior.
3. Secagem: O arroz é secado para posterior descascamento, polimento e seleção.
Suas vantagens são:
- Rico em vitaminas e sais minerais, devido ao processo de parboilização;
- Quando cozido, fica sempre soltinho;
- Rende mais na panela;
- Requer menos óleo no cozimento;
- Pode ser reaquecido diversas vezes, mantendo suas propriedades;
- Alto grau de higiene no processo de industrialização;
- Conserva-se por mais tempo;
- Não usa produtos químicos.
Detalhe:O Brasil detém a tecnologia de parboilização mais avançada do mundo!



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DIA MUNDIAL DO MACARRÃO!!


O Dia Mundial do Macarrão foi criado no dia 25 de outubro de 1995, durante o I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), realizado em Roma, que reuniu os principais fabricantes do mundo. Desde então, a data é comemorada em diversos países, com o objetivo de difundir os benefícios do macarrão e aumentar o consumo per capita.

No Brasil, a data é promovida pela Abima - Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias. Devido à importante participação do Brasil no mercado mundial de massas, o país foi escolhido para ser a sede do IV World Pasta Congress, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2010.

Fonte: www.abima.com.br

MACARRÃO:
- Fonte de energia
- Fácil de fazer
- Pode ser utilizado em várias preparações culinárias saudáveis, agregando legumes, queijos magros, etc.
- Formas variadas que nos permite diversificar os pratos
- Prefira os com molho de tomates - são menos calóricos
- Prefira os integrais - fornecem fibras além dos carboidratos
- Consuma com moderação

Bom Apetite!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Acordo para redução do teor de sódio em alimentos tem metas tímidas

29/08/2012
Governo e indústria alimentícia assinam acordo para baixar quantidade de sal nos produtos; para Idec, em alguns casos reduções são irrisórias e metas deveriam ser mais rigorosas

O governo e a indústria de alimentos assinaram na terça-feira (28/8) um acordo que promete reduzir o teor de sódio em alimentos como margarinas, cereais matinais e temperos prontos. O acordo propõe uma diminuição de 1,3% ao ano (no caso de temperos à base de alho e cebola) e até 19% ao ano (para margarinas vegetais).

Essa não é a primeira vez que se discutem acordos voluntários com a indústria para a redução do sódio, substância que, quando consumida em excesso, aumenta a incidência de doenças cardíacas e renais. Em 2011, foram assinados dois termos relativos a alimentos consumidos em sua maioria por crianças e jovens, como massas instantâneas, vários tipos de pães, misturas para bolos, salgadinhos de milho e batata frita. 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o consumo máximo de cinco gramas diárias de sódio e essa é a marca que o governo visa a alcançar com os acordos até 2020. Estima-se que atualmente o brasileiro consuma em torno de 12 gramas de sódio por dia. 

O Ministério da Saúde divulga periodicamente os acordos de metas para determinados grupos de alimentos. No ano passado, foi a vez das massas instantâneas, pão de forma, bisnaguinhas. Na época, o Idec publicou um levantamento no qual constatou que as metas estabelecidas pelos acordos voluntários naquele ano para o fim de 2012 eram tímidas e que, em muitos casos, as reduções tão irrisórias que a maioria dos produtos pesquisados já apresentava quantidades de sódio inferiores aos valores estabelecidos.

“A análise feita pelo Idec mostrava que as metas firmadas pelo Ministério da Saúde e pelas associações poderiam ser mais rigorosas”,afirma a assessora do Idec responsável pelo levantamento, Silvia Vignola.

O Idec “Considerando que as embalagens têm quantidades que variam de 60 a 100 gramas, ao consumir uma única porção, ingere-se praticamente a quantidade recomendada para um dia inteiro, mesmo que o produto obedeça à meta estabelecida”, enfatiza. 

Sódio não é o único inimigo

O Idec defende ainda que, não apenas o sódio, mas todos os nutrientes não saudáveis precisam ter metas rígidas de redução nos alimentos consumidos no País. “Quando discutimos medidas para redução de doenças crônicas, especialmente aquelas relacionadas a alimentos, não basta discutir a redução de sódio. O consumo de gorduras saturadas, açúcares, além do sódio, precisa ser reduzido. Estes nutrientes contribuem para o quadro de sobrepeso e obesidade e suas consequências", finaliza Silvia.


Fonte: IDEC

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