quinta-feira, 13 de março de 2014

Pais com filhos alérgicos fazem campanha para pedir informação nos rótulos

ASSUNTO MUITO SÉRIO QUE DEVE SER DIVULGADO.

Faça sua parte!

Pais com filhos alérgicos fazem campanha para pedir informação nos rótulos

Fonte: Folha de S.Paulo


Imagina você ter um filho com alergia alimentar e não saber se aquele produto que você acaba de comprar no supermercado vai levar seu filho ao hospital após consumi-lo. Parece exagero, mas muitos pais enfrentam uma batalha por conta da falta de informação nos rótulos das embalagens. Para tentar mudar essa realidade, eles têm feito uma campanha na internet chamada ‘Põe no Rótulo’. A ideia é que seja obrigatória a rotulagem correta dos alimentos e de produtos de higiene com informações claras e com letras em tamanho legível.
O movimento #poenorotulo foi criado por um pequeno grupo que se conheceu na internet. São mais de 600 famílias que trocam informações sobre produtos ‘do bem’ e que tentam chamar a atenção sobre a necessidade da rotulagem correta, principalmente, em alimentos alérgenos, como leite, soja, ovo, peixe, crustáceos, amendoim, entre outros. Para uma das idealizadoras da campanha, a advogada Maria Cecilia Cury Chaddad, não importa se será criado um projeto de lei, uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ou se a iniciativa vai partir das próprias indústrias.
A advogada explica que o alérgico alimentar corre risco de morte dependendo do seu grau de sensibilidade, com risco de choque anafilático e fechamento de glote, entre outras reações graves. No Brasil, cerca de 8% das crianças e 3% dos adultos possuem alergia alimentar. “A alergia não é entendida e aceita. Muitos acham que é frescura, exagero e que só um ‘pouquinho não fará mal’. Mas, para um alérgico, não importa se é uma migalha ou uma porção, o resultado pode ser catastrófico”, comenta Maria Cecilia, que criou no final de fevereiro a página da campanha no Facebook e que já tem mais de 13 mil curtidas.  Na rede social, pais publicam fotos dos filhos com o cartaz #poenorotulo
Ela, que é mãe de Rafael, 2, que tem alergia a leite e soja, defendeu sua tese de doutorado sobre a presença de alérgenos em alimentos. “Há alimentos que podem ser veneno para algumas pessoas”, diz. Ela afirma que além de aprender a ler rótulos, os pais são obrigados a buscar frequentemente informações com os serviços de atendimento ao consumidor e que nem sempre passam informações corretas.
“Muitas vezes, os SACs [Serviço de Atendimento ao Consumidor] confundem, por exemplo, lactose (açúcar do leite) com proteína do leite. Tão grave quanto, há SACs que direcionam o consumidor a procurarem seus próprios médicos para questionar a segurança do produto, como se eles tivessem acesso a tais informações”, lamenta.
Se engana quem pensa que as restrições e falta de informações no rótulo estão apenas nos alimentos. A autônoma Karina Campo, 36, descobriu que remédios e até o lencinho umedecido usado no filho Lucca, 3, davam alergia no menino. “Fomos em um hospital pois ele teve reação ao antibiótico que estava tomando e, no pronto-socorro, usaram um lenço umedecido que tinha leite em sua composição”, comenta. O menino tem reação rápida e precisa ser medicado.  “Quando ele tomou o antibiótico, ficou roxo em casa e precisou tomar oxigênio além de tomar na veia uma antialérgico”.
Por conta da alergia à proteína da vaca, Karina conta que a família mudou todos os hábitos alimentares e a filha mais velha, Pietra, 7, come bolacha recheada, por exemplo, só fora de casa.  Karina optou em não colocar ainda o menino na escola justamente por conta das restrições alimentares e por ele ter uma reação muito rápida. Lucca é amamentado pela mãe e, por isso, ela também tem uma alimentação restrita sem poder consumir os produtos que dão reação no menino. Segundo os médicos, tudo é passado pelo leite materno e as mães precisam ficar atentas com a sua dieta.
Maria Cecilia diz que se alimentar passa a ser uma dificuldade, mesmo com comida do nosso dia a dia. “Há uma marca de arroz, por exemplo, que contém ovo. Como ficam os alérgicos a ovo? Muitos nem sabem disso e acham que estão ‘seguros’ por comer em casa”, comenta.
Estudos de 2009 da Unidade de Alergia e Imunologia do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas mostraram que 39,5% reações alérgicas foram relacionadas a erros na leitura de rótulos dos produtos.
Para o grupo de pais do ‘Põe no Rótulo’, os portadores de restrição alimentar poderiam ter mais qualidade de vida se tivessem a informação correta. A alergia alimentar, desde que feita uma dieta correta, possui grandes chances de regredir.
A Anvisa diz que há uma discussão sobre a obrigatoriedade de se prestar informações sobre alergênicos nos rótulos. A proposta, entretanto, depende de consenso entre os países membros do Mercosul. O tema vai para o quarto ano de discussão, segundo a agência. Nos EUA, por exemplo, as indústrias são obrigadas a prestar esse tipo de informação desde 2006, na União Européia, Austrália e Nova Zelândia, desde 2003, e no Canadá, desde 2011. (Giovana Balogh)
Fonte:  http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/pais-com-filhos-alergicos-fazem-campanha-para-pedir-informaco-nos-rotulos

Fruta de menos

IMAGEM DE DESTAQUE Teste com 31 amostras de néctar identifica que 10 delas não têm a quantidade mínima de polpa ou suco de fruta exigida por lei. Além disso, a maioria das bebidas contém doses exageradas de açúcar

"Beba sem moderação"; "é fruta de verdade". Com frases desse tipo, os fabricantes de bebidas à base de frutas aliam seus produtos à ideia de que são saudáveis e, ao mesmo tempo, práticos: é só abrir a caixinha e beber. A sugestão parece ter dado certo, pois a oferta desses alimentos não para de crescer: segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), em 2012 a produção de sucos e néctares (o nome oficial das bebidas que, informalmente, chamamos de "suco de caixinha") chegou a 987 milhões de litros e cresce 10% ao ano.

Mas você já parou para pensar o quão verdadeiras são essas promessas? Para desvendar essa questão, o Idec testou em laboratório 31 amostras de néctares de sete marcas: Activia, Camp, Dafruta, Dell Vale, Fruthos, Maguary e Sufresh, em diferentes sabores. O objetivo era verificar se os produtos cumprem os principais requisitos de qualidade e de identidade previstos na Instrução Normativa (IN) n° 12/2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), analisando itens como o teor de fruta e a quantidade de açúcar, por exemplo. Veja mais detalhes da metodologia no quadro abaixo.

Todas as amostras foram aprovadas na maioria dos quesitos técnicos, como acidez total. Porém, no que diz respeito à quantidade de fruta, 10 produtos (32%) foram reprovados: eles simplesmente não contêm o teor de polpa ou suco de fruta exigido por lei. Segundo a norma atualmente em vigor, o percentual mínimo de fruta varia de 20% a 40%, dependendo do sabor do néctar.

A Maguary teve o pior resultado: três dos cinco néctares da marca avaliados têm uma quantidade menor de fruta do que o esperado. As marcas Camp, Dafruta, Fruthos e Sufresh tiveram, cada uma, dois sabores reprovados nesse quesito. Somente as bebidas da Activia e da Dell Vale foram aprovadas em todos os sabores.

Para Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec, o resultado do teste é grave, tanto pelo alto índice de descumprimento da legislação, quanto pelo fato de que muitos consumidores acham que néctar é a mesma coisa que suco. Na verdade, para ser chamada de "suco", a bebida deve ser composta praticamente só de fruta (e de água, em alguns casos) e não pode conter substâncias "estranhas"; já o néctar, além de apresentar só uma parcela de fruta, ainda contém açúcar e aditivos químicos, como corantes e antioxidantes. "Essa confusão [entre néctar e suco] é reforçada pelo uso ostensivo de imagens de frutas nas embalagens dos néctares, passando a falsa impressão de que a bebida é natural", destaca Ana Paula.


COMO FOI FEITO O TESTE

O Idec enviou para análise em laboratório 31 amostras de néctar de sete marcas: Activia, Camp, Dafruta, Dell Vale, Fruthos, Maguary e Sufresh.
As bebidas foram avaliadas de acordo com os principais parâmetros de identidade e de qualidade geral estabelecidos pela Instrução Normativa nº 12/2003 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), entre eles quantidade de fruta e de açúcar, acidez e outros aspectos técnicos. O teste envolveu a análise de mais de 20 parâmetros e, individualmente, cada uma das análises é certificada e segue metodologia reconhecida.
O intervalo de confiança do teor de fruta identificado é de 95% e a margem de erro é de 20%, para mais ou para menos, já levada em conta na avaliação que aprovou e reprovou as amostras.
Além disso, o Idec checou se a rotulagem geral e as informações nutricionais obrigatórias e complementares estavam indicadas adequadamente na embalagem, de acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O teste foi realizado com o apoio do Fundo Federal de Direitos Difusos (FDD).
Fonte:  http://www.idec.org.br/em-acao/revista/falta-fruta-na-caixinha/materia/fruta-de-menos

sexta-feira, 7 de março de 2014

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

HIDRATE-SE!

Com esse calor, precisamos reforçar o consumo de água natural (mínimo 2 litros por dia), mais pode ser aromatizada com folhas de hortelã, fatias de laranja e limão. Sucos naturais de frutas sem açúcar, água de coco e chás gelados sem açúcar podem complementar essa quantidade. Atletas e esportistas podem fazer uso de repositores hidroeletrolíticos ou isotônicos.




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

AUTOMEDICAÇÃO PODE TER CONSEQUÊNCIAS IRREVERSÍVEIS

Usar um remédio sem falar antes com o médico pode ter consequências sérias. A opção, apesar de ser mais rápida e simples do que marcar uma consulta médica, pode mascarar um problema de saúde e causar efeitos colaterais graves ou, até mesmo, irreversíveis. “Na dúvida, toda dor precisa ser acompanhada por um médico. Infelizmente, é comum as pessoas se medicarem quando o sintoma parece inofensivo. Mas um órgão dolorido é o primeiro sinal de uma doença e, se a dor persiste, é fundamental procurar auxílio médico”, explica Newton Barros, chefe de serviços de dor e cuidados paliativos do Hospital Conceição (RS).


Para evitar a automedicação, providências foram tomadas. Hoje, muitos remédios têm a venda controlada e somente realizada mediante a apresentação de receita médica. “A automedicação é problema de saúde pública. Por isso, existe uma série de campanhas para combater o uso indevido de medicamentos. Nenhuma dor deve ser menosprezada. Elas avisam quando algo está errado em nosso corpo. A dor ameaça a qualidade de vida da população e, muitas vezes, as pessoas utilizam uma fórmula arriscada, a automedicação, para conviver com essas dores”, alerta.
Segundo o especialista, muitas pessoas recorrem a xaropes, comprimidos e pomadas por conta própria, em vez de procurarem um médico. “Portadores de dor crônica recorrem à automedicação, escolha arriscada que pode mascarar uma série de doenças mais graves, despertar diversos problemas de saúde e postergar as queixas de corpo dolorido. A ida ao médico é fundamental para diagnosticar a causa da dor e receitar os medicamentos corretos”, diz.
Mesmo um simples remédio para amenizar a dor de cabeça ou aliviar o mal estar da gripe, por exemplo, pode ser arriscado. Esses medicamentos são facilmente encontrados, já que são vendidos livremente. Entretanto, não deixam de ser uma ameaça se tomados em doses altas e num prazo maior de três dias. “Para pessoas com gastrite avançada, há o risco de desenvolver uma úlcera, por exemplo. Qualquer medicação feita a longo prazo precisa ser acompanhada por um médico. O que parece ser uma gripe comum pode se tratar, na verdade, de uma pneumonia”, ressalta.
A dor é um mecanismo de proteção e alerta quando algo nocivo está acontecendo com o corpo. Por isso, é importante que essa dor seja checada, para saber sua origem e a melhor forma de tratamento e medicação.

Fonte: Érica Santos / Comunicação Interna / Agência Saúde

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Nos países em desenvolvimento, a obesidade aumentou quatro vezes em três décadas

Um relatório publicado no início do mês, na Grã Bretanha, realizado pelo Overseas Development Institute, mostra que o número de adultos com peso acima do ideal, subiu quatro vezes nas últimas três décadas em países em desenvolvimento. O número assusta: quase um bilhão de pessoas que vivem em países como China, Índia, Indonésia, Egito e Brasil estão acima do peso. Na América Latina, nos anos 1980, o índice de pessoas acima do peso era 30%. Passados 28 anos, o índice está em 60%.




 
A consequência, segundo o relatório, deve ser um aumento significativo em casos de doenças cardiovasculares e diabetes, por exemplo, à medida que os hábitos alimentares no mundo em desenvolvimento se aproximam dos padrões de países desenvolvidos, com mais consumo de açúcar, gordura animal e alimentos industrializados na dieta.
 
 
Obesidade globalizada
Globalmente, o percentual de adultos que apresentavam sobrepeso ou obesidade - que têm um Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 25 - cresceu de 23% para 34% entre 1980 e 2008. Em números absolutos, isso representa um crescimento de 250 milhões de pessoas em 1980 para 904 milhões em 2008.
A maior parte deste aumento foi visto no mundo em desenvolvimento, especialmente nos países onde os rendimentos da população cresceram, como o Egito e México.
O relatório do ODI diz que a composição das dietas nestes países mudou de cereais e grãos para o consumo de mais gorduras, açúcar, óleos e produtos de origem animal.
Isso se compara a 557 milhões em países de alta renda. No mesmo período, a população mundial quase dobrou.
Ao mesmo tempo, no entanto, a subnutrição é ainda reconhecida como um problema para centenas de milhões de pessoas no mundo em desenvolvimento, particularmente as crianças.
As regiões do Norte da África, Oriente Médio e América Latina apresentaram grandes aumentos nas taxas de sobrepeso e obesidade, para cerca de 58% da população geral, um nível em pé de igualdade com a Europa.
Enquanto a América do Norte ainda tem o maior percentual de adultos com excesso de peso, 70%, regiões como a Austrália e sul da América Latina não ficam muito atrás, com 63%.
O maior crescimento em pessoas com sobrepeso ocorreu no sul da Ásia oriental, onde a percentagem triplicou a partir de um ponto de partida mais baixo, de 7%, para 22%.
Entre os países, o relatório descobriu que a taxa de sobrepeso e obesidade quase dobrou na China e no México, e aumentou em um terço na África do Sul desde 1980.
Muitos países do Oriente Médio também registraram um alto percentual de adultos com excesso de peso.
Publicidade, influências da mídia
Um dos autores do relatório, Steve Wiggins, apontou para várias razões explicando os aumentos. Com renda mais alta, as pessoas têm a possibilidade de escolher o alimento que eles querem. Mudanças no estilo de vida, o aumento da disponibilidade de alimentos processados, publicidade, influências da mídia... tudo isso levou a mudanças na dieta, adverte.
Wiggins vê o fenômeno especialmente em economias emergentes, onde uma maior classe média vive em centros urbanos e faz pouco exercício físico.
O resultado, diz ele, é uma explosão de sobrepeso e obesidade nos últimos 30 anos, o que poderia levar a sérias implicações para a saúde.
O estudo cita países que conseguiram evitar aumentos da obesidade graças à valorização de dietas tradicionais à base de cereais e vegetais, como Peru e Coreia do Sul.
Fonte: G1 E ABESO

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

UTILIDADE PÚBLICA

ENCHENTES: População precisa ter cuidado com alimentos que tiveram contato com as chuvas


LOC/REPÓRTER: Depois de uma enchente é preciso tomar cuidado com os alimentos que tiveram contato com as chuvas. Isso porque a água pode estar contaminada e transmitir doenças como hepatite A, leptospirose, além de infecções que podem provocar vômitos e febre. O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, explica que as enchentes podem contaminar até os alimentos enlatados ou embalados em plástico.
TEC/SONORA: diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde - Cláudio Maierovitch
"É comum que populações necessitadas recolham alimentos que foram desprezados pelos comerciantes. Isso não deve ser feito. Esses alimentos podem ter sofrido contaminação importante porque em geral a água das chuvas vem misturada com água de esgoto, com água suja de várias origens, podendo transmitir diversas doenças. Então, mesmo alimentos embalados, mas que tenham sofrido o efeito das enchentes, não devem ser consumidos".
LOC/REPÓRTER: O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis Cláudio Maierovitch explicou ainda que as vítimas de enchentes precisam conferir se as embalagens de plástico dos alimentos estão lacradas e sem furos. Caso estejam danificadas, precisam ser descartadas. Os produtos enlatados com furos ou enferrujados também devem ser desprezados . Segundo Cláudio Maierovitch, somente os alimentos que estiverem em embalagens intactas podem servir para o consumo. Mesmo assim, ele alerta que os produtos precisam passar por um processo de higienização antes de ir para a mesa. 
TEC/SONORA: diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde - Cláudio Maierovitch
"O ideal é fazer primeiro a lavagem utilizando detergente, inclusive, e depois a descontaminação com uma solução de um litro de água tratada com uma colher de sopa de água sanitária. Deixe de molho por pelo menos 30 minutos para que esse desinfetante possa agir eliminando a contaminação da superfície desta embalagem".
LOC/REPÓRTER: Ainda de acordo com o diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis Cláudio Maierovitch, os alimentos gelados e congelados, precisam de uma atenção especial, principalmente as carnes. Se esses alimentos tiverem tido contato com a água das enchentes devem ser desprezados. No caso das chuvas terem provocado falta de energia elétrica ou defeito na geladeira ou no congelador, o ideal é preparar os alimentos para consumir imediatamente . Se não for possível, devem ser desprezados. 
Reportagem, Débora Rocha
Fonte: Ministério da Saúde

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL E ÓTIMO 2014!!!!!!!


Desejo à todos, um Natal muito feliz e no ano de 2014, muita saúde, proteção, paz e realizações.




Silvania C. Camilo
Nutricionista
Especialização em Nutrição Clínica
Instagram: @nutricozinheirasilvaniacamilo

ANÁLISE SWOT NA SAÚDE

  ANÁLISE SWOT NA SAÚDE  Transferindo essa ferramenta utilizada por empresas, para a sua saúde!! Então vamos lá!! AMBIENTE INTERNO FORÇAS  A...