sexta-feira, 24 de maio de 2013

IDOSOS

Cresce expectativa de vida, mas vivemos mais tempo doentes

 





Apesar do aumento da expectativa de vida da população brasileira, um estudo desenvolvido pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP aponta que os idosos estão vivendo com menor qualidade de vida, já que convivem mais tempo com doenças crônicas típicas da faixa de idade. De acordo com a pesquisa, exames e tratamentos preventivos ajudam a evitar esse processo.

Segundo o médico geriatra Alessandro Campolina, parte desse aumento de tempo de enfermidade se deve à falta de políticas de prevenção eficientes e voltadas para a população mais velha. Ele é o autor da pesquisa que buscou avaliar a ocorrência de um processo chamado de compressão da morbidade. Esse conceito, surgido na década de 1980, lançava a hipótese de que, com o envelhecimento das populações, os anos ganhos pelas pessoas com a melhoria dos serviços de atendimento seriam anos vividos em bom estado de saúde.


Segundo o estudo-base da pesquisa, até a década de 1970 e 1980, se tinha a idéia central de que o aumento de expectativa de vida da população seria uma espécie de fracasso em termos de saúde. “Os estudiosos pensavam que, embora conseguissem fazer as pessoas viverem mais tempo, elas viviam em uma situação de saúde pior”, explica Campolina.

A partir da década de 1980, as pesquisas passaram a contrariar as hipóteses anteriores, afirmando que a população vivia mais e em um quadro de saúde bom. A nova teoria também levantava o ponto de que a população humana apresenta um limite máximo, ainda não estabelecido com precisão, de tempo de vida. À medida que a melhoria das condições de vida vai se estabelecendo, a população tende a se aproximar cada vez mais desse limite.

Da mesma forma que a expectativa de vida ia sendo trazida para o limite máximo de vida da pessoa, o limiar de aparecimento de doenças crônicas, comuns na população idosa, também vai sendo empurrado.

“Num primeiro momento, o tempo limite máximo de aparecimento das doenças crônicas não mudaria com o aumento da expectativa de vida. Posteriormente, observou-se que o início de aparecimento das doenças também é postergado, mantendo, e talvez diminuindo, o tempo de vida da pessoa portando a doença”. A diminuição desse intervalo entre o aparecimento das doenças e a morte, a ciência dá o nome de compressão da morbidade.


O projeto teve como objeto de avaliação participantes do Projeto Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE), desenvolvido pela FSP, que acompanha idosos da cidade de São Paulo desde o ano 2000 em diversos aspectos, tais como saúde e qualidade de vida. “No estudo, nos atentamos para aspectos sociodemográficos, condições de saúde, capacidades e desempenho de atividades de vida diária pela população idosa”, ressalta Campolina.

A coleta dos dados era realizada por uma equipe especializada, que colhia as informações nos domicílios e traziam os dados para análise. “O interessante, do ponto de vista temporal, era comparar a população de 2000 e de 2010 para saber se houve compressão da morbidade, e os estudos mais recentes estão nos dando uma resposta negativa para essa pergunta”, completa o pesquisador.
O estudo buscou levantar a importância das medidas de prevenção das doenças crônicas na contribuição para a chamada compressão da morbidade. A conclusão é de que algumas das principais doenças crônicas que acometem a população idosa, entre elas a hipertensão arterial sistêmica, doença articular, doença cardíaca, diabetes mellitus tipo 2, doença mental, doença pulmonar crônica e doença cerebrovascular, uma vez prevenidas, contribuem de maneira significativa para a melhoria da qualidade de vida e para a longevidade dos idosos.

Campolina ressalta que esses métodos preventivos não são frequentemente incentivados na população mais velha, e que isso é uma visão equivocada. “A medicina ainda acredita que prevenção é sinônimo de pacientes jovens. Mas a prevenção de doenças é uma estratégia afirmativa, mesmo nos idosos, para prolongar o tempo de vida e ganhar qualidade de vida, e o estudo comprovou isso”, afirma.


Fonte: Agência USP/Fernando Pivetti
Fonte: www.asbran.org.br

Silvania Sergent
Nutricionista Clínica

FRUTAS E LEGUMES

BRASILEIROS NÃO INGEREM NEM 50% DO MÍNIMO DE LEGUMES E FRUTAS




ESTÁ NA HORA DE MUDAR HÁBITOS DIÁRIOS!


Brasileiros não ingerem nem 50% do mínimo necessário de legumes, frutas e verduras. O dado, resultado de pesquisas realizadas, mostra um agravante: pessoas consideradas obesas (com IMC maior ou igual a 30) ingerem bem menos da metade da quantidade adequada de carotenóides.

De acordo com pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP, em Piracicaba, para suprir o valor indicado de carotenóides bastaria comer um prato de salada de agrião, brócolis e cenoura e, como sobremesa, escolher uma fruta como manga ou pêssego; mas eles afirmam que a melhor forma de manter os índices dentro do nível esperado é incluir estes alimentos nas refeições realizadas fora de casa. Ou até mesmo nos lanches intermediários (entre café da manhã e almoço ou almoço e jantar), podendo estes serem, tranquilamente, levados, por exemplo, na bolsa, avalia a nutricionista Drª Karina Pimentel, diretora da ASBRAN.

A verdade é que a correria do dia a dia faz muita gente crer ser impossível seguir uma alimentação adequada. "Isto virou quase um tabu, pois a alimentação saudável e adequada às nossas necessidades diárias é tão possível quanto qualquer outra qualidade que buscamos", alerta Karina. As frutas, por exemplo, devem sempre ocupar mais espaço nas refeições. Recomenda-se de 3 (três) a 5 (cinco) porções de frutas variadas para melhor suprir nossas necessidades diárias de, principalmente, vitaminas, minerais e fibras. O importante é consumir várias frutas durante a semana. Já para as crianças a quantidade mínima deve ser de 3 (três) porções por dia.

Os benefícios são muitos. Quem ingere 5 (cinco) porções diárias tem o auxílio na prevenção de várias doenças crônicas, entre elas diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

As frutas são ricas em vitaminas, fibras e minerais, nutrientes essenciais para a manutenção do organismo. E o melhor é consumir frutas da época, especialmente porque conservam-se mais frescas, são mais saborosas e nutritivas. Não despreze nem as cascas, importantes fontes de vitaminas, mas cuidado com a higienização.

O outono é conhecido como estação farta para as frutas. Portanto, é hora de cuidar da saúde.



CONFIRA AS FRUTAS DA ESTAÇÃO
Abacate – Rico em vitamina C, o abacate é responsável por dar mais elasticidade à pele. Esta fruta também contém gorduras monoinsaturadas e fibras, que auxiliam no controle do colesterol e do sistema circulatório. Além disso, é rico em potássio, vitamina B6, magnésio e ferro. Porém, é muito calórica, modere no consumo.
Banana – Rica em potássio, possui também taxas elevadas de ferro, cálcio e vitamina A, B6, B12 e C. Ainda protege contra doenças cardíacas, pois mantém o equilíbrio de líquidos e evita o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Age também como antiácido, podendo ser consumida em caso de azias ou úlceras.
Caqui – Possui as vitaminas A, B1, B2 e C que contribuem para a manutenção da boa visão, ainda é rica em cálcio, ferro e proteínas. Traz diversos benefícios à pele e auxilia nos processos cicatrizantes. Boa fonte também de o betacaroteno (antioxidante e combate a formação de radicais livres) e licopeno (fitoquímico que atua na defesa do organismo).
Maracujá – Conhecida por seu poder calmante, esta fruta possui alto valor nutritivo, contendo vitamina C, que contribui para a resistência dos vasos sanguíneos e evita a fragilidade dos ossos e dentes. Também contém vitaminas do complexo B que auxiliam o aparelho digestivo e nervoso e ainda evitam a queda dos cabelos. O maracujá é rico em cálcio, fósforo, e ferro, que contribui na boa formação do sangue.
Mexerica / Tangerina - Fontes de vitaminas A, B e C, possui cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. Além dos benefícios da vitamina C no desenvolvimento dos dentes e ossos, esta vitamina associada a alimentos que contenham ferro, auxilia a absorção desta pelo organismo. Ótima fonte de fibras, auxiliando no funcionamento intestinal.
Maçã - contém vitaminas B1, B2 e niacina, e minerais como ferro e fósforo. É rica em pectina, que se liga a toxinas e ao colesterol, expelindo-os do organismo; e em ácido málico, que ajuda o corpo a gastar energia de forma eficiente. A fruta contém quercetina, anti-inflamatório que diminui o risco de problemas cardiovasculares. Estimula o fígado e os rins.
Melancia - contém alto teor de água, o que ajuda na hidratação. Apresenta vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Tem propriedades diuréticas. Excelente fonte de licopeno e glutationa (auxiliam também no sistema de defesa do organismo, são considerados antioxidantes).
Outras fontes de carotenóides

Frutas amarelo/laranja/vermelha – melão, mamão, manga, carambolas, nectarinas, pêssegos, goiaba, ameixa, framboesa, cereja.
Vegetais amarelos/laranja – abóbora, ervilha,cenoura, batata-doce, abóbora.
Vegetais de folhas verde escuras – espinafres, brócolis, couve, chicória, escarola, agriões, nabo, mostarda.


Silvania Sergent - Nutricionista Clínica



terça-feira, 21 de maio de 2013

SAL


DIMINUA O CONSUMO DE SÓDIO
O sal é um dos maiores vilões da alimentação, uma vez que seu consumo excessivo está relacionado ao desenvolvimento de doenças crônicas, como a hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, desenvolvimento de osteoporose, câncer gástrico, mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e sobrecarga renal, além de provocar a retenção líquida nos mantendo mais inchados.
O Brasil está entre os maiores consumidores mundiais de sal. Um estudo sobre o consumo de sal por brasileiros indica que a quantidade de sódio disponível para consumo nos domicílios brasileiros excede a ingestão máxima recomendada. Este dado foi observado em todas as regiões do Brasil em todas as classes de renda. O consumo médio brasileiro de sal é de 12 a 16g/dia, enquanto a quantidade máxima de sódio recomendada pela OMS é de 2 a 5 g de sal) por pessoa, por dia.
Devemos lembrar que o sódio não é encontrado somente no sal. Alimentos industrializados como os  embutidos, temperos prontos, sopas industrializadas, enlatados contém grandes quantidades.
Manter o sal fora do seu prato e da sua mesa ou diminuir suas quantidades nas receitas pode ser mais fácil do que você imagina. Os condimentos e especiarias naturais são excelentes opções para substituição do sal. Realçam o sabor, aroma e aparência dos alimentos, melhoram a digestão e são fontes de vitaminas, minerais e nutrientes antioxidantes.



Veja alguns temperos que irão ajudá-lo a se manter longe do sal.

Comida gostosa é comida bem temperada e não salgada.
- Alho e cebola: temperos básicos para todos os pratos.
- Alecrim: erva aromática, combina com legumes, sopas, arroz e omeletes, perfumando o prato e a cozinha.
- Açafrão/Cúrcuma: além de proporcionar um sabor agradável, deixa o prato mais colorido.
- Gengibre: com sabor adocicado e picante, pode ser utilizado em pratos doces e salgados, além de poder ser adicionado a sucos.
- Louro: muito utilizado em sopas e feijão.
- Manjericão: utilizado em diversos pratos, dá um toque especial em molhos de tomate, tortas e saladas.
- Orégano: dá um toque especial a molhos, omeletes, saladas e pratos que contenham tomates.
- Pimentas: usada para condimentar vários pratos quentes no Brasil e no México.
- Salsa: desidratada ou fresca, confere aos pratos um sabor leve e agradável.

Abuse desses e outros condimentos naturais e leve mais sabor e saúde ao seu prato!


ÁGUA




IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA NOSSA SAÚDE
Pode-se dizer que sem a água não há vida, pois ela é o principal componente do organismo (cerca de 70% do peso de um adulto).
O quantidade de água no corpo varia entre as pessoas, dependendo da quantidade de músculos e tecido adiposo.
Dentre as várias funções, a água é responsável pela manutenção do equilíbrio do organismo, da temperatura do corpo, é responsável pelo processo de digestão dos alimentos, absorção dos nutrientes, excreção das fezes, bom funcionamento renal e atividade intestinal. E também, combate o inchaço, desintoxica o organismo, auxilia na perda de peso e acima de tudo, hidrata por dentro e por fora.
A perda de água se realiza, normalmente, através da urina, da pele (suor), das fezes e dos pulmões. E também ocorrem outras formas de perda hídrica em situações especiais como, diarréias, vômitos, hemorragias, transpiração intensa, provocando o desequilíbrio hídrico. Nesses casos o consumo deve ser além de 2 litros por dia. Sendo assim, é imprescindível que haja a reposição diária.
As necessidades de água de um indivíduo em condições saudáveis dependem de vários fatores, principalmente do clima e da atividade física.
A recomendação de ingestão de água para um indivíduo adulto e em condições saudáveis são de, no mínimo 2 litros por dia.
Gestantes e mulheres em fase de amamentação, o consumo deve ser em torno de 3 litros por dia.     

Silvania Sergent
Nutricionista                                                                                      

CAFÉ DA MANHÃ


IMPORTÂNCIA DO CAFÉ DA MANHÃ

Café da manhã ou desjejum, não importa, é uma necessidade do nosso organismo.

Desjejum significa: Romper o jejum noturno
Jejum significa: Abstinência de alimentos.

Das 4 a 6 refeições diárias, o café da manhã ou desjejum tem demonstrado ser a mais importante das refeições, porque reconstitui as reservas de energia utilizadas durante a noite.

Segundo pesquisas, a ingestão do café da manhã melhora a qualidade total da dieta e a ingestão de nutrientes, além de estabelecer hábitos alimentares corretos ao indivíduo e sua família.

O café da manhã promove um melhor funcionamento nas questões de aprendizado, assimilação de informações e na atividade muscular, que podem contribuir ao mesmo tempo com o nosso desempenho profissional no dia a dia.

O café da manhã deve ser composto de:
- 1 fonte de carboidrato, para fornecer energia (pães, cereais integrais)
- 1 fonte de cálcio e proteínas (leite, queijo, iogurte)
- 1 fonte de vitaminas e minerais (fruta, suco de frutas ou vitamina)

A omissão do café da manhã implica em uma diminuição do rendimento, tanto no desempenho físico como no mental do indivíduo, independente da idade. E, se passar a ser  um hábito, as consequências serão ainda maiores, podendo provocar tonturas, hipoglicemia, desmaios, etc.

Portanto:
Não deixe de fazer o seu Café da Manhã, antes de sair de casa.
Não saia em jejum.


Silvania Sergent
Nutricionista Clínica




terça-feira, 23 de abril de 2013

MEDIDAS INÓCUAS PARA COMBATER PROBLEMAS IMPORTANTES

A arte de criar medidas inócuas para combater problemas importantes.

Sex, 19 de Abril de 2013 23:50

Dr. Augusto Pimazoni Netto
Coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes do
Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP.
Quanto maior for o problema, maior é o número de medidas inócuas criadas como pseudo soluções. E quanto maior o número de pseudo soluções, menor é o número de propostas e estratégias realmente criativas e eficazes para a solução dos problemas. A obesidade é uma perigosa epidemia que vem avançando em todo o mundo a passos largos e mostra-se resistente às várias tentativas para o seu controle efetivo.

Em setembro de 2012, a Comissão de Saúde da Prefeitura de Nova Iorque determinou a proibição da venda de frascos de refrigerantes açucarados com mais de 16 onças (cerca de 480 ml), com a nobre motivação de auxiliar no combate à obesidade, muito embora tal estratégia representasse apenas uma gota d’água no oceano de fatores que geram e que nutrem generosamente a epidemia de obesidade. Sem dúvida, o excesso de consumo de refrigerantes açucarados é um problema sério, mas talvez seja mais crítico nos Estados Unidos. Certa vez, presenciei um motorista de taxi em San Antônio, no Texas, que se alimentava apenas de hamburgueres e frango frito, aliviando a sede com uma generosa garrafa de 2 litros de refrigerante açucarado. Ele carregava em seu veículo um estoque desses saudáveis produtos.

Em março deste ano, a Corte Suprema do Estado de Nova Iorque anulou essa decisão ao interpretar essa medida como uma flagrante violação das liberdades individuais. Considerou, ainda, que estabelecer limites a apenas um pequeno detalhe desse comportamento nutricional inadequado, em face de todas as outras escolhas alimentares nada saudáveis que fazemos todos os dias, dificilmente teria a força necessária para impactar essa situação tão adversa. Outro argumento importante a favor da inocuidade dessa medida é o simples fato de que, se alguém quiser tomar 2 litros de refrigerante açucarado, basta comprar 4 garrafinhas de 500 ml, se as garrafas de maior conteúdo fossem eventualmente banidas do mercado.

Esse exemplo de ineficácia estratégica pode ser comparado ao que acontece com nossa estrutura política: a tão sonhada democracia de verdade jamais terá condições de se viabilizar enquanto nós, brasileiros, formos obrigados a votar, a ouvir a famigerada Hora do Brasil, a suportar o irritante horário político gratuito, a assistir nos canais pagos de tv as “primorosas” obras do cinema nacional, enfim, a aceitar toda uma avalanche de imposições totalmente descabidas para os dias de hoje, numa verdadeira reedição do “Festival de Besteiras que Assola o País”, o outrora famoso FEBEAPA, do saudoso Stanislau Ponte Preta. Tudo isso, “em nome da democracia”!!!

Nos Estados Unidos, com todos os seus problemas históricos e os mais recentes, a Corte Suprema do Estado de Nova Iorque ainda se dedica a tratar de assunto aparentemente tão banal como o volume da garrafa de refrigerantes açucarados, com dois argumentos absolutamente fundamentais: a proteção das liberdades individuais e a evidente ineficácia estratégica dessa proposta esdrúxula. No Brasil, infelizmente, a gente “brinca de democracia”, aceitando imposições absurdas dos governos que se sucedem,   enquanto a classe política se esbalda na nossa passividade e na nossa resignação. Pelo menos acho que ninguém vai tirar nosso direito de discutir o importante tema do volume dos refrigerantes açucarados...

Fonte: Fairchild, AL. Half Empty or Half Full? New York’s Soda Rule in Historical Perspective. New England Journal of Medicine, 04 de abril de 2013.

PENSE NISSO.

ANÁLISE SWOT NA SAÚDE

  ANÁLISE SWOT NA SAÚDE  Transferindo essa ferramenta utilizada por empresas, para a sua saúde!! Então vamos lá!! AMBIENTE INTERNO FORÇAS  A...