domingo, 21 de abril de 2013

ALEITAMENTO MATERNO

“OS VÁRIOS ASPECTOS DO DESMAME PRECOCE E TARDIO”
Antes de falarmos sobre o DESMAME, é muito importante salientar a importância do aleitamento materno.
O Aleitamento Materno, exclusivo, durante os primeiros seis meses de vida do bebê, é uma das ações preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), como estratégia de combate à mortalidade infantil e redução da prevalência de desnutrição. E até o 1º. ano de vida, podendo se estender até o 2º. ano de vida, com a introdução de uma alimentação complementar.
Aspecto Nutricional: o leite materno é essencial para a sobrevivência do bebê durante o início da vida extra-uterina, sendo até o sexto mês exclusivo e após, com a introdução de novos alimentos como papas de frutas, sopinhas salgadas, água, sucos de frutas, etc. O leite materno é adequado para o bebê e sua composição é única, rica em nutrientes para atender as necessidades nutricionais específicas do recém-nascido, oferecendo uma fonte de nutrientes especialmente adaptados às condições digestivas e metabólicas da criança, como também oferece proteção contra microorganismos patogênicos e reduz a probabilidade do desenvolvimento de alergias, porque oferece vários fatores imunológicos. O leite materno protege contra determinadas doenças como diarréias, otites, doenças respiratórias, evita a desnutrição e combate a mortalidade infantil. Estudos indicam, também, que crianças amamentadas ao peito até o primeiro ano de vida, têm 14 vezes menos chances de morrer por diarréia e 3,6 vezes menos chances de morrer por infecção respiratórias aguda, quando comparadas com crianças desmamadas precocemente.
Aspecto psicológico: sabemos que o ato de amamentar melhora o desenvolvimento físico, mental e emocional do bebê.  O vínculo de amor e carinho estabelecido entre ambos nesse momento, constituirá a origem principal do bem-estar, segurança e afetividade do bebê, conferindo-lhe segurança emocional. Ao estabelecer esse vínculo, sem pressa, a mãe estará semeando a primeira sensação interior de "auto-estima", gravando no sistema nervoso do seu filho a paz do amor que ela sente por ele. O bebê não só sentirá o conforto de ver suas necessidades satisfeitas, mas também sentirá o prazer de ser segurado pelos braços de sua mãe, de ouvir sua voz, sentir seu cheiro, perceber seus embalos e carícias, ocorrendo uma grande comunicação silenciosa entre ambos.
Aspecto fonoaudiológico e dentário: a amamentação proporciona o desenvolvimento fonoarticulatório (mastigação e fala), desenvolvimento da mandíbula, da arcada dentária e do poder de sucção.
DESMAME: PRECOCE E TARDIO
O DESMAME compreende o período entre o início da introdução de uma alimentação complementar até a completa interrupção da oferta do leite materno a criança.
Aspecto Nutricional: O desmame, inicia-se gradativamente, a partir do início da  complementação da amamentação com outros alimentos, já citados. Isso vai proporcionar a criança o contato com texturas, sabores e cores diferentes, que vão contribuir para sua saúde e para o início da Educação Alimentar, ou seja, formação de bons hábitos alimentares, que serão a base para um futuro adulto saudável. Entretanto, ocorre com freqüência, o desmame precoce, onde a introdução precoce da alimentação complementar e um rápido declínio no consumo do leite materno, coloca em risco a saúde de muitas crianças.
Por outro lado, o desmame tardio traz prejuízos em relação à deficiência na ingestão de nutrientes provenientes de uma alimentação variada. A criança fica, preguiçosa para ingerir alimentos, que não sejam o leite materno e os alimentos líquidos. Ela adquiri preguiça em mastigar os alimentos sólidos.
Aspecto Psicológico: O desmame é parte natural e necessária do processo de crescimento e individualidade da criança e do amadurecimento da mãe. Deve ocorrer por volta do primeiro ano de vida. Para isso, é indicado o desmame progressivo, pois assim, enquanto o vínculo ao seio é desfeito, gradativamente, novos vínculos serão estabelecidos, como a introdução de novos alimentos. Por outro lado, o desmame tardio, quando a criança já está com mais de 2 anos de idade e às vezes, 3 ou 4 anos, se torna um grande problema, ocasionando várias conseqüências para a criança e para a mãe. A criança  cria um vínculo excessivo de dependência em relação a mãe, ocasionando baixo desenvolvimento social.  A criança se torna muito manhosa e inicia um processo de chantagem com a mãe. Um exemplo disso, é quando a criança só fica calma, quando a mãe dá o peito.

Aspectos Fonoaudiológico e Dentários: A introdução da alimentação artificial (mamadeira), desde os primeiros meses de vida e o desmame precoce, adiam o desenvolvimento da mandíbula e ocasionam uma deficiência chamada Língua Hipotônica, apresentando futuramente, problemas de fala e aprendizado. Estudos mostram que o desmame tardio, aumenta o aparecimento de cáries dentárias precoces.



Artigo elaborado por:
Dra Silvania Sergent - Nutricionista
Dra Myrian Varallo - Psicóloga

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Anvisa deve aprovar redução de iodo no sal vendido no país.

UTILIDADE PÚBLICA

Para a agência, a mudança, discutida desde 2011, é necessária por causa da alta quantidade de sal presente na dieta da população brasileira.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve aprovar nesta terça-feira (16) uma regra que reduz os níveis de iodo adicionado ao sal. Para a agência, a mudança, discutida desde 2011, é necessária por causa da alta quantidade de sal presente na dieta da população brasileira. O consumo excessivo de iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto. Provocada por uma falha no sistema imunológico, a doença faz com que o organismo não reconheça e passe a atacar a tireoide, provocando o hipotireoidismo. Pessoas com tireoidite têm fadiga crônica e ganho de peso. “Em excesso, o iodo faz mal à saúde. Por isso temos de rever os padrões”, diz o diretor da Anvisa, José Agenor Álvares da Silva.
Pela estimativa do governo, o brasileiro consome, em média, 8,2 gramas de sal diariamente. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que, para esse padrão de consumo, a faixa de iodação fique entre 20 a 40 miligramas para cada quilo de sal. A proposta em estudo na Anvisa se ajusta a esses parâmetros e prevê uma faixa de adição de 15 a 45 miligramas de iodo para cada quilo de sal. Atualmente, a relação é de 20 a 60 mg por quilo.
O alerta sobre a necessidade de mudança foi dado em 2007 com base em pesquisas feitas pela OMS que mostravam que o País era um dos maiores consumidores de iodo no mundo, numa proporção acima do que é considerado adequado. Álvares da Silva conta que a discussão na Anvisa foi proposta pelo Ministério da Saúde. Um grupo de trabalho, com representantes do governo e especialistas foi formado para avaliar a mudança.
Cronograma. Segundo a Anvisa, a faixa agora proposta tem o aval de representantes do setor produtivo. A mudança, porém, não seria imediata. A resolução, se aprovada, prevê um cronograma para a redução nos níveis. A adição do iodo no sal foi adotada no País para prevenir dois problemas: o cretinismo e o bócio. O primeiro é provocado pela deficiência do nutriente na gravidez - estudos mostram que um terço das crianças que não recebem a quantidade adequada do iodo durante a gestação apresenta problemas no sistema nervoso central, e outro terço, deficiência cognitiva. O bócio, por sua vez, é provocado pela falta do iodo em adolescentes e adultos.

GAZETA DO POVO – PR

Estamos no aguardo de informações atualizadas a respeito do assunto. Entretanto é importantíssimo deixar claro que é imprescindível a diminuição do consumo de sal de cozinha (Cloreto de Sódio - NaCl), consumo de produtos industrializados, embutidos, etc., devido ao sódio (Na), contido nesses produtos, responsável pelos casos de Hipertensão, Edema entre outras doenças.
Silvania Sergent - Nutricionista Clínica

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AGROTÓXICOS E ALIMENTOS

A CONTAMINAÇÃO DA ÉTICA
Coluna publicada no Globo – Economia Verde - 04/04/2013 – p. 32
Agostinho Vieira

O Brasil caminha a passos largos para conquistar o hexacampeonato. Seria bom que fosse o do futebol, em 2014. Mas não é. Não ainda. Pelo sexto ano seguido (2008/2013) devemos ser os campeões mundiais no consumo de agrotóxicos. Cerca de 20% de todos os inseticidas, fungicidas, herbicidas, nematicidas, acaricidas, formicidas e outros defensivos agrícolas produzidos no planeta são aplicados aqui.

Estão registrados no mercado brasileiro mais de 400 ingredientes ativos que, combinados, se transformam em quase 2.500 fórmulas de agrotóxicos largamente utilizados nas nossas lavouras. Das 50 substâncias mais usadas, 24 já foram banidas nos Estados Unidos, no Canadá, na Europa e em alguns países da Ásia. Desde 2008, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reavalia a utilização de 14 desses insumos. Apenas dois já foram proibidos e um deverá sair do mercado no meio do ano. Os outros onze seguem sendo usados em todo o país sem qualquer restrição.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), são registradas, todos os anos, cerca de três milhões de intoxicações agudas por agrotóxicos, com 220 mil mortes. Aproximadamente 70% dos casos acontecem nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Mas o pior é que a própria OMS admite que para cada 50 quadros de intoxicação, apenas um é efetivamente notificado e contabilizado.
Para as lideranças do agronegócio, no entanto, o uso de defensivos em grande escala é o preço que temos que pagar para ter uma economia agrária pujante e uma balança comercial positiva. As safras recordes garantem os preços baixos, a inflação reduzida e os juros comportados. Temas recorrentes nas páginas de economia. Os agrotóxicos seriam um mal necessário. Única forma de garantir alimentos baratos.
Será? Fico imaginando um plebiscito para ouvir a população sobre o uso desses produtos. Com uma pergunta mais ou menos assim: “A população está crescendo e precisamos alimentá-la. Os agrotóxicos aumentam a produtividade agrícola, mas provocam algumas doenças e mortes. Você concorda com a sua adoção em larga escala no país?”. Durante a campanha do plebiscito seriam divulgadas pesquisas e estatísticas de mortes. Cinco mortos no campo e um na cidade é um número razoável? Se forem dez no campo e dois na cidade já seria inaceitável?
É claro que esse exercício é absurdo. E não existe nenhum número “aceitável” de mortes. Na prática, no entanto, é mais ou menos isso que acontece. Sem a consulta popular. Na verdade, a questão principal não é se devemos ou não usar agrotóxicos. Tema polêmico no mundo todo. A pergunta que não quer calar é: Por que ainda usamos produtos que já foram banidos no resto do mundo?
Realmente, essa é uma pergunta difícil de responder sem ficar vermelho de vergonha. Será que todos os países que proibiram a comercialização, incluindo os mais desenvolvidos do planeta, estavam errados? Só nós estamos certos? Teria essa gente alegre e bronzeada que vive por aqui menos chances de ser contaminada? É óbvio que não. Trata-se de uma mistura perversa de bagunça, burocracia, lobby eficiente da indústria e um forte interesse econômico.
Pode parecer ingenuidade, mas tenho curiosidade em saber se ao longo desses anos foi registrado algum conflito ético, moral ou mesmo um pouco de culpa. Imagine uma reunião semanal de diretoria de uma dessas grandes empresas químicas. Um dos participantes levanta o braço e diz: “Eu sei que os ambientalistas são uns chatos, reclamam de tudo, mas esse nosso produto já foi proibido em 50 países, será que a gente devia mesmo vender no Brasil?”
Não sei se a pergunta foi feita, mas a resposta é óbvia. Com a crise econômica na Europa e nos EUA, aumenta a oferta de produtos e caem os preços. Produtos proibidos lá ganham ares de oferta por aqui. E o que torna a história ainda mais escabrosa é que vários países baniram a venda, mas não impediram a produção. Ou seja, a fabricação de agrotóxicos gera empregos e divisas lá e contaminação aqui.
Na próxima terça-feira, dia 9 de abril, o gabinete da presidente Dilma Rousseff e as presidências da Câmara e do Senado vão receber um abaixo-assinado com milhares de nomes. A campanha, encabeçada por entidades de vários setores, pede a suspensão imediata da produção, venda e uso de substâncias que já estão proibidas em outros países. Não dá para saber se o volume de assinaturas se iguala ao dos movimentos “Fora Renan” e “Abaixo Feliciano”. Mas seria bom que não acabasse também numa das espaçosas gavetas de Brasília.
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/ecoverde/

Albert Einstein libera bichos de estimação para visitar pacientes em SP

Entre olhares de admiração, espanto, surpresa e curiosidade, a cadela Clara, da raça fila, com três anos e 73 kg, entrou ontem tranquilamente pela recepção e passou por corredores de um dos mais importantes hospitais do país, o Albert Einstein, em São Paulo. Ela foi visitar o dono, que está em tratamento contra um câncer na bexiga.
Após três anos de testes e preparo de equipes, o hospital liberou, sob rígido protocolo, que bichos de estimação, às vezes considerados membros da família, visitem pessoas internadas --mesmo em unidades semi-intensivas.
"Meus filhos moram fora de São Paulo, são muito ocupados. A Clara acaba me fazendo companhia em horas difíceis. Ela é parte da família. Poder tê-la comigo no hospital faz a diferença no meu ânimo, na minha disposição", diz o advogado Ennio de Paula Araújo, 71.
A entrada de bichos no Einstein --gatos e passarinhos também são aceitos-- faz parte também do cumprimento de regras de uma certificação internacional de humanização que o hospital conseguiu no ano passado.
Albert Einstein libera visitas de bichos de estimação




Em tratamento de câncer, Ennio Araújo abraça a cadela Clara no hospital Albert Einstein, que permite visita de animais
O Einstein é o 35º hospital do mundo e o primeiro da América Latina a conseguir o selo concedido pela organização americana Planetree.
"Poder receber seus bichos aqui era um desejo frequente dos pacientes. Eles fazem bem e, sem dúvida, interferem na cura", afirma Rita Grotto, gerente de atendimento do hospital.
Clara teve de passar por uma avaliação de seu veterinário, que deu um laudo atestando sua boa saúde, e tomar um banho caprichado antes da visita. Os donos apresentaram os documentos de vacinação e se comprometeram a mantê-la tranquila.
"Mas, antes de tudo, é preciso a autorização do médico, que tem de colocar no prontuário do paciente que está de acordo com a visita. Uma equipe multiprofissional checa se todo o protocolo foi cumprido. Na menor dúvida, a entrada não será autorizada", declara Grotto.
O hospital diz que recebeu só uma queixa até hoje. A mãe de uma criança com leucemia reclamou da presença de um cão, mas recuou depois de receber explicações.
O aposentado Menachem Mukasiey, 67, está há uma semana internado com um problema no joelho e aguardava ontem ansioso a visita da poodle Bolinha.
"Já passei por vários hospitais e jamais me permitiram ver a Bolinha, que fica sem comer e depressiva enquanto estou fora. Aqui é o único lugar que me deixaram recebê-la, o que é uma alegria."
Paulo de Tarso Lima, coordenador da área que implanta as medidas de humanização no Einstein, afirma que "não está se falando de uma vontade de todos os pacientes" e que "também não se autoriza a presença dos bichos em qualquer lugar, de qualquer maneira".
Para o médico, o contato com os bichos pode levar "felicidade, paz e bem-estar" e auxiliar a recuperação de algumas pessoas. "O encontro com um cão ajuda a relaxar, a retomar a preocupação com o corpo, o que pode ficar perdido em pacientes crônicos."
O Conselho Regional de Medicina de SP e a Sociedade Brasileira de Infectologia não se manifestaram.

Editoria de Arte/Folhapress

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1256381-albert-einstein-libera-bichos-de-estimacao-para-visitar-pacientes-em-sp.shtml

QUE SIRVA DE EXEMPLO PARA OUTROS HOSPITAIS.
Nutricionista Silvania Sergent

quinta-feira, 28 de março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

ROTULAGEM DE ALIMENTOS

Você lê os rótulos das embalagens dos alimentos que você adquiri?

Temos aqui um modelo de rótulo.
Nele estão descritas na primeira coluna todas as informações nutricionais obrigatórias.

MODELO DE RÓTULO
INFORMAÇÃO NUTRICIONAL
Porção de...... g ou mL (medida caseira)

Quantidade por porção
%VD(*)
Valor Energético
Kcal
%
Carboidratos
g
%
Proteínas
g
%
Gorduras Totais
Gorduras Saturadas
Gorduras Trans
g
g
g
%
%
-
Fibra Alimentar
g
%
Sódio
mg
%
Minerais... (1)
mg ou mcg

Vitaminas...(1)
mg ou mcg



(*)% Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.000 kcal ou 8400 kJ. Seus valores diários podem ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energéticas.
    (1) Quando declarados

Obs: “Outros minerais” e “vitaminas” farão parte do quadro obrigatoriamente quando se fizer uma declaração de propriedades nutricionais ou outra declaração que faça refer­ência a estes nutrientes. Optativamente, podem ser declarados vitaminas e minerais quando estiverem presentes em quantidade igual ou maior a 5% da Ingestão Diária Reco­mendada (IDR) por porção indicada no rótulo.


Ingredientes: O ingrediente que vier em 1º. lugar,  será o que se apresenta em maior quantidade e posteriormente em ordem decrescente.

Exemplo: Se o açúcar estiver em 1º. Lugar na informação de ingredientes, ele será o componente que se apresenta em maior quantidade no produto.



Devemos observar:
- Quando for às compras, ler os rótulos das embalagens e comparar os produtos, antes de adquiri-los.
- A lista dos ingredientes que compõem o alimento.
- Sabemos que GORDURAS SATURADAS e GORDURAS TRANS são prejudiciais ao nosso organismo, portanto não devem ter ou ter o mínimo possível.
- A quantidade de SÓDIO: Quanto menos, melhor para o nosso organismo.

“Faça do bom alimento, seu aliado, no cuidado da sua saúde”

terça-feira, 19 de março de 2013

RECEITAS PARA A SUA PÁSCOA!!

ARROZ DE PÁSCOA:
Ingredientes: 1 xícara  de chá de arroz, 2 colheres de chá de azeite de oliva, 1 cebola picada, 1 pitada de canela em pó, 1 colher de café de curry em pó, 2 xícaras de chá de água fervente, 1 xícara de chá de grão de bico cozido, 50 gramas de damascos secos cortados em tiras, 2 colheres de sopa de uvas passas, 1 colher de chá de sal, salsa e cebolinha verde picada.
Preparo: Refogue o arroz no azeite e junte a cebola, a canela e o curry. Adicione a água fervente e cozinhe por 10 minutos, em fogo baixo e com a panela semi tampada. Junte o grão de bico, os damascos, as uvas passas e o sal. Espere o cozimento acabar, polvilhe a salsa, a cebolinha e sirva.
Rendimento: 6 porções
1 porção: 6 colheres de sopa cheias.

COLOMBA PASCAL LIGHT:
Ingredientes: MASSA: 1 tablete de fermento de pão(15 g), 1 xícara de chá rasa de água, 4 colheres de sopa de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão, 70 gramas de margarina light sem sal, 3 claras, 1 colher de chá de casca de laranja ralada, 1 colher de chá de essência de baunilha, 100 gramas de uvas passas, 3 xícaras de chá de farinha de trigo. COBERTURA: 2 colheres de sopa de farinha de rosca, 3 colheres de sopa de amêndoas moídas, 2 colheres de sopa de adoçante dietético em pó, próprio para forno e fogão, 2 claras.
Preparo: MASSA: Dissolva o fermento na água morna e junte o restante dos ingredientes até formar uma massa firme, mas pegajosa. Deixe crescer na fôrma própria para colomba, untada e polvilhada com farinha de trigo. Enquanto isso, prepare a cobertura. COBERTURA: Em um recipiente, misture todos os ingredientes. Depois que a massa da colomba já estiver crescida(isso leva cerca de 30 minutos), coloque a cobertura e leve ao forno médio(180 graus) por cerca de 40 minutos. Retire, espere esfriar e sirva.
Rendimento: 1 colomba/16 porções(pedaço pequeno= 50 gramas)

BACALHAU DO MEDITERRÂNEO:
Ingredientes: 300 gramas de bacalhau seco, 3 colheres de sopa de azeite de oliva, 1 berinjela média, 1 abobrinha média, 1 pimentão vermelho picado, 1 cebola picada, 2 colheres de chá de manjerona picada. PURÊ: 500 gramas de batata cozida e amassada, ½ xícara de chá de creme de leite light, 1 pitada de noz-moscada.
Preparo: Deixe o bacalhau de molho por 24 horas, trocando a água pelo menos 6 vezes, para retirar bem o sal. Escorra bem e desfie em pedaços grandes. Seque bem. Coloque em uma panela com 2 colheres de sopa de azeite e refogue por cerca de 10 minutos, em fogo baixo. Enquanto isto prepare o purê. PURÊ: Misture a batata com o creme de leite light e a noz moscada. Bata bem com um batedor de arame até ficar bem cremoso. Coloque no fundo de um refratário e comece a montagem.
MONTAGEM: Coloque o bacalhau refogado por cima do purê. Adicione o restante do azeite à panela e refogue a berinjela, a abobrinha, o pimentão e a cebola por cerca de 10 minutos. Polvilhe a manjerona e coloque sobre o bacalhau. Leve ao forno quente (250 graus) por cerca de 15 minutos para esquentar bem. Sirva logo.
Rendimento: 6 porções
Porção: 4 colheres de sopa

BOA PÁSCOA!!!!

sábado, 16 de março de 2013

A PÁSCOA ESTÁ CHEGANDO......

Páscoa - A Festa do Chocolate

 

O domingo de Páscoa se aproxima, trazendo a alegria em reunir a família, para celebrar a ressurreição de Cristo. A festa é marcada também pela presença do chocolate que assume o formato de Ovo de Páscoa, coelho, coração, enfim, aparecendo sob vários tamanhos e cores. Essa tradição do chocolate como protagonista da comemoração desperta euforia nos que o apreciam e torcem para que o dia sagrado chegue logo. Mas qual é o verdadeiro significado da Páscoa?


O Surgimento da Páscoa

 A palavra "Páscoa" é de origem hebraica (Pessach) e significa passagem. A Páscoa já era celebrada pelos judeus antes mesmo do nascimento de Jesus Cristo. Os judeus comemoram esse dia, desde há muito tempo, só que com outro sentido, o de liberdade, após anos de escravidão no Egito. Em contrapartida, para os cristãos, a Páscoa tem um significado especial e diferente uma vez que celebra o renascimento de Jesus Cristo e sua ascensão ao céu, dois dias depois da morte na cruz (sexta-feira Santa).

Como surgiu o chocolate?

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico deste alimento delicioso chamado chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados.



Valor nutritivo dos ovos de Páscoa

O valor nutritivo dos ovos varia de acordo com o tipo de chocolate e de recheio que foram utilizados como matérias-primas.
Abaixo, seguem alguns exemplos de Ovos de Páscoa com seus valores energéticos:

TIPO CHOCOLATE
PORÇÃO (g)
KCAL
Amargo – 70% cacau
25
136
Escuro Crocante
25
128
Branco
Tradicional
25
134
Escuro  c/ Avelã
25
136
Ao leite


DIET c/ avelã
25
124
DIET ao leite
25
111
 Fonte: Embalagens/Fabricante

Tipos de chocolates



BRANCO: Não possui cacau nos ingredientes, somente manteiga de cacau, deixando a desejar quanto ao valor nutricional e propriedades antioxidantes.

AO LEITE: Possui massa de cacau, entretando em porcentagens bem pequenas.

AMARGO 70 % CACAU: Possui propriedades nutricionais antioxidantes (combate os radicais livres que causam o envelhecimento das nossas células) e antiinflamatórias, devido à presença do cacau. Quando indicado e consumido de forma adequada, torna-se um aliado no combate a doenças cardiovasculares.

MEIO AMARGO: Possui propriedades antioxidantes e antiinflamatórias, porém em menos proporção que no chocolate amargo.

DIET: Isento de açúcar, pode ser consumido por diabéticos e por indivíduos que estão em controle de peso.

 

- Todos fornecem energia em forma de açúcares e gorduras. Inclusive, todos eles tem gordura saturada, mesmo o diet;
- É um bom alimento e todos os tipos podem ser consumidos, porém com muita moderação, principalmente por pessoas que estão em controle de peso ou que tem alguma restrição ao produto;
- Ao comprá-los devemos não apenas comparar preços, mas também o valor calórico, observando a tabela nutricional;



Uma Feliz Páscoa

A Páscoa vai muito além da simples troca de ovos. É um momento de reflexão e que remete à existência de Cristo tendo uma forte conotação religiosa. Contudo, acordar de manhã e procurar os deliciosos e coloridos ovos, escondidos pelos coelhinhos da Páscoa, é um costume que não pode ser esquecido pois, além de ser muito divertido, nos faz recordar às inesquecíveis lembranças da infância!

Ótima Páscoa a todos!!!!


ANÁLISE SWOT NA SAÚDE

  ANÁLISE SWOT NA SAÚDE  Transferindo essa ferramenta utilizada por empresas, para a sua saúde!! Então vamos lá!! AMBIENTE INTERNO FORÇAS  A...